Poemas de verão #2

Em meu quarto, no meio da noite
Sinto de novo a tua presença
Tu que sempre me tiras o sono
Rolo de um lado ao outro
Tentando ignorar teu retorno 
E o ruído que fazes em minha cabeça
Ouço tua voz em meu ouvido
Sinto teu toque em meu corpo
Sinto agonia
Sinto desespero
E admito que preciso te encontrar
Respiro fundo
Enfim me rendo
Levanto-me e acendo a luz
Pergunto-me onde estarás agora
Porque eu juro que eu vou te matar
Pernilongo do caralho.

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